Avaliação da citotoxicidade da hemolinfa de larvas de Zophobas Morio Fabricius (Coleóptera: Teneobriedae) em fibroblastos humanos : https://doi.org/10.31415/bjns.v1i3.38 Recebido em: nov. 2017; aceito ago. 2018; publicado out. 2018

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Larissa Loponte Feijó
Gustavo de Jesus
Francieli Marinho Carneiro
Daniel Gonsales Spindola
Carlos Rocha Oliveira

Resumo

O aparelho digestivo dos insetos é formado basicamente por um longo tubo que percorre seu corpo no sentido longitudinal, desde a boca até o ânus, denominado canal digestivo ou alimentar. O espaço entre o canal alimentar e a paredes do corpo é chamado hemocele ou cavidade geral, e é grandemente ocupado por sangue (hemolinfa). Neste sentido, estudos apontam que a hemolinfa de alguns insetos, por conta da presença de substâncias com potencial farmacológico, apresenta potencial antibacteriano, antiviral, antifúngico, entre outros. Neste trabalho, avaliamos o efeito citotóxico da hemolinfa obtida, a partir da criação em laboratório, de larvas de Zophobas morio Fabricius (Coleoptera:Tenebrionidae), sobre fibroblastos dérmicos humanos (CCD1072Sk – ATCC), através dos ensaios de captação do corante Tetrazoliun – MTT, método de exclusão do azul de tripano, quantificação de céluas nas diferentes fases do ciclo celular, através de citometria de fluxo e do ensaio wound healing, onde acompanhamos em tempo real a proliferação de fibroblastos. Os resultados obtidos mostraram que a hemolinfa de Zophobas morio Fabricius, não se mostrou citotóxica sobre a linhagem celular testada. Ao invés disso, na concentração de 10%, a hemolinfa se mostrou capaz de induzir proliferação dos fibroblastos (P<0,05).

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Como Citar
1.
Feijó LL, de Jesus G, Carneiro FM, Spindola DG, Oliveira CR. Avaliação da citotoxicidade da hemolinfa de larvas de Zophobas Morio Fabricius (Coleóptera: Teneobriedae) em fibroblastos humanos : https://doi.org/10.31415/bjns.v1i3.38: Recebido em: nov. 2017; aceito ago. 2018; publicado out. 2018. Braz. J. Nat. Sci [Internet]. 5º de outubro de 2018 [citado 29º de junho de 2022];1(3):6. Disponível em: https://bjns.com.br/index.php/BJNS/article/view/38
Seção
Artigo Original